Malembe malembe significa 'devagar e sempre se vai ao longe'; é uma expressão da língua Nfiote, falada por pessoas da etnia Bantu, província de  Cabinda, Norte de Angola
 

FILMES

Nha Fala
Em Cabo Verde, todos os acontecimentos que regem a vida social viram música. Mas na família da jovem Vita, uma lenda promete a morte a quem tentar. Na França, onde Vita estuda, ela encontra Pierre, músico, por quem se apaixona. Ela canta e Pierre descobre a beleza de sua voz, convencendo-a a gravar um disco que se torna sucesso. Mas Vita desafiou a tradição e decide voltar para casa para confessar à sua família e receber o castigo.




2002 - 90mm
de Flora Gomes / Guiné Bissau
Flora Gomes nasceu em Cadique. Estudou cinema no ICAIC, Cuba, e também no Senegal. Trabalhou como repórter do Ministério das Informações. É encenador, diretor de fotografia e cineasta na Guinée-Bissau.
Realizou também:
Mortu Nega, 1867, ficção.
Les yeux blues de Yonta, 1992, ficção.
Les Masque, 1993, ficção.
Pó di Sangui, 1996, ficção.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

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En attendant le bonheur
Abdallah, um menino, encontra sua mãe em Nouadhibou, cidadezinha da costa da Mauritânia, enquanto esperam para viajar para a Europa. Nesse lugar de exilo, cuja língua não entende, tenta decifrar o mundo que o rodeia. Nana, mulher sensual que tenta seduzi-lo, Makan, que quer partir como ele, Maata, ex-pescador transformado em eletricista e seu aprendiz, o jovem e alegre Khatra, que o ajudará a sair de seu isolamento ensinando-lhe o dialeto local. Os destinos cruzam-se enquanto os olhares fixos no horizonte esperam uma felicidade hipotética.


2002 - 95mm
de Abderrahmane Sissako / Mauritaine
Abderrahmane Sissako nasceu em 1961 em Kiffa e passou sua infância no Mali. Em 1983 foi para Moscou e estudou cinema no VGIK, Instituto Federal do estado do Cinema. Diplomando em 1989, filmou Le Jeu, seu primeiro longa, que foi selecionado na Quinzena de realizadores do Festival de Cannes. Atualmente trabalha na França onde se dedica à carreira de ator.
Realizou também:
Le Jeu, 1991, ficção.
Octobre, 1993, ficção.
Le Chameau et les batons flottants, 1995, ficção.
Sabría, 1996, ficção.
Rostov-Luanda, 1997, documentário.
La Vie sur terre, 1998, ficção (Quincena de realizadores – Cannes 1998
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]


Mémoire entre deux rives (Documentário)
Fréderic Savayone e Wolimité Sié Palento revisitam a história da colonização francesa na região Lobi, a sudoeste de Burkina Faso. Nessa região, aldeias e famílias ainda estão marcadas pela lembrança desse período doloroso. Comparada aos arquivos dos administradores coloniais, a tradição oral permite restaurar cerca de um século de história, desde a chegada dos primeiros brancos até os dias de hoje. Através de depoimentos transmitidos de geração em geração, o filme desenvolve uma reflexão crítica a respeito da colonização e suas conseqüências individuais, sociais e religiosas.

2002 - 90mm
de Fréderic Savoye e Wolimité Sié Palenfo / Burkina Faso
Frédéric Savoye nasceu na Tunísia em 1964. Estudou cinema em Paris e se formou em Ciências da Informação e Comunicação, na Universidade de Toulouse. Realizou uma dezena de reportagens institucionais e muitos curtas de ficção. Mémoire entre deux rivers é seu primeiro longa.
Wolimité Sié Palenfo nasceu em 1965 na cidade de Gaoua. Ele é conhecido em Burkina Fasso como pintor e músico e, especialmente, como escultor. Participa em muitos filmes como comediante e tradutor. Depois de uma primeira colaboração com Frédéric Savoye, ele voltou a trabalhar com ele na ocasião da realização do filme Mémoire entre deux rivers.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

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Zimbabwe – de la libération au chãos (Documentário)
Michael Raebum volta aos acontecimentos que, a partir de 2000 mergulharam o Zimbabwe no caos social e na falência econômica. Engajado na luta pela emancipação da Rodésia antes da independência ao lado de Robert Mugabe, o cineasta refaz o percurso percorrido por aquele que venceu o britânico Ian Smith e impôs-se como presidente, depois de 15 anos de guerrilha.
Apoiado em depoimentos de seus antigos companheiros de luta, membros da oposição ou fiéis ao presidente Mugabe, disseca os mecanismos que levaram à crise social que corrói seu país, encarando seu próprio desengano.


2003 - 55mm
de Michael Raeburn / Zimbabwe
Michael Raeburn nasceu no Cairo em 1948 e passou sua infância no Zimbabwe. Obteve um Mestrado em letras francesas em Londres e seguiu seus estudos em Aix-em-Provence e depois ao DHEC, em Paris. Ele assina filmes engajados da Grã-Bretanha, França e Zimbabwe.
Realizou também:
Rhodesia Countdwon, 1969, ficção
The plastic shamrock, 1973, ficção
Le Mouvement Mouvement, 1975, documentário
The is Rene/ It’s my blood/ this game of old, 1975, documentário
Beyonde the plains where Mas was born
, 1976, ficção.
Histoire exemplaire d’un African ordinaire, 1977, documentário
Requien for a village
, 1978, ficção
The Grass is singing
, 1981, ficção
Under African skies, 1988, documentário
Jit, 1991, ficção
Soweto, 1991, ficção
Home Sweet Home (co-realização Draper), 1999, documentário
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

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Le prix du pardon
Um espesso nevoeiro cobre há vários dias uma aldeia da costa sul do Senegal, e impede as pirogas de entrar no mar. O velho religioso da aldeia está moribundo e não pode executar os ritos. Seu filho de 20 anos, Mbanik ganha a confiança da população e cativa a jovem Maxoye. Mas seu sucesso desperta a inveja de Ytma, seu amigo de infância.

 


2001 - 90mm
de Mansour Sora Wade / Senegal
Mansour Sora Wade nasceu em Dakar em 1952. Estudou cinema na França e depois, em Dakar, trabalhou nos arquivos audiovisuais do ministério da cultura senegalês. Seguiu a carreira de cinema realizando documentários e reportagens televisivas.
Realizou também:
Fary l’ánesse, 1989, ficção.
Taal Peex, 1990, ficção.
Aïda Sauka, 1993, documentário.
Isso Lo, 1994, documentário.
Les Laveurs du Banco, 1996, documentário.
Les Plasticiennes de Ouakam, 1996, documentário.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]


Madame Brouette
De manhã cedinho no bairro Niayes Thiokeert, “Colina das perdizes”, ouve-se tiros. Ante os vizinhos que acorreram, Naago cai, perfurado de balas. Aquela que todos chamavam de Madame Brouette confessa que matou seu marido. Mas no bairro as mulheres se juntam para elogiar essa mulher jovem divorciada, mãe de uma menina, vendedora ambulante de frutas e legumes. O filme segue o caminho inverso da história, para descobrir o que pode tê-la levado a tal gesto.


2002 - 104mm
de Moussa Sene Absa / Senegal
Moussa Sene Absa nasceu em Dakar e estudou cinema em Paris. Começou como ator de teatro e depois em frente às câmeras. Tornou-se cineasta dirigindo peças de teatro e pintando.
Realizou também:
Lrix du mensonge, 1988, ficção.
Ken Bugul, la République des enfants, 1991, ficção.
Jaaraama, 1992, documentário.
Ça twiste à Popenguine, 1993, ficção.
Yalla Yaana, 1994, ficção.
Tableau Ferraille, 1996, ficção.
Jef-Jel, 1998, documentário.
Blues pour une diva, 1999, documentário.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]


XALA - L'Impuissance Temporaire
El Hadji Abdou Kader Beye é homem de negócios senegalês do período pós-colonial. Como símbolo de seu êxito social e econômico, toma para si sua terceira esposa. Uma grande festa é organizada para seu casamento e a burguesia local é convidada. Na noite de seu casamento, ele descobre que se tornou impotente. Ele acredita ser vítima de uma maldição, o Xala, que um camponês teria lançado sobre ele. Humilhado, o vanglorioso executivo moderno se volta para a tradição...

1975 - 117mm
de Ousmane Sembène / Senegal
Ousmane Sembène nasceu em Ziguenchor, Casamance, Senegal, 1 de janeiro de 1923 e faleceu em Dakar, Senegal, 9 de junho de 2007. foi produtor, escritor e diretor de muitos filmes senegalês. Ele é considerado um dos maiores autores do sub-Sahara africano e é freqüentemente denominado de o Pai do Cinema Africano.
*Filme gentilmente cedido pela Casa das Áfricas – São Paulo

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]

Abouna
Tahir (15 anos) e Amine (8 anos) descobrem ao acordar que seu pai foi embora misteriosamente. A frustação é maior porque naquele dia ele devia ser árbitro do jogo de futebol entre os garotos do bairro. Decidem, portanto, sair à sua busca pela cidade, em todos os lugares em que costumava ir. Cansados, acabam refugiando-se em salas de cinema, onde, um dia, acreditam reconhecer seu pai na tela e roubam as latos do filme...



2002 - 81mm
de Mahamat-Saleh Haroun / Tchad
Mahamat-Saleh Harou nasceu em Abéché em 1961. Depois de cursar o Conservatório Livre de Cinema Francês, estudou jornalismo em IUT, Bordeaux. Durante cinco anos trabalhou na imprensa regional e numa rádio local, onde era diretor assistente. Em 1994, Mahamat Saleh Harou se tornou cineasta e realizou seu primeiro curta-metragem. Abouna é seu segundo longa-metragem.
Realizou também:
Maral Tainé, 1994, ficção.
Goï – Goï, 1995, ficção.
Sotigui Kouyaté, um griot moderne, 1996, documentário.
Um thé au Sahel, 1998, ficção.
Bye Bye África, 1999, ficção.
Letter from New York, 2001, ficção.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]

Nelisita
A partir de narrativas do povo Nyaneka o autor cria uma ficção onde o povo atua e encena as próprias lendas.

1971 - 60mm
de Ruy Duarte de Carvalho / Portugal-Angola
Ruy Duarte de Carvalho Ruy Duarte de Carvalho nasceu em Santarém, Portugal, em 1941. Passou a infância e adolescência no sul de Angola, acompanhando o pai, aventureiro português caçador de elefantes, nas suas intinerâncias pelo deserto do namíbe. Regente agrícola, foi criador de ovelhas caracul, mais tarde estudou cinema em Londres e antropologia em Paris, doutorando-se com uma tese sobre os pescadores da Ilha de Luanda. É atualmente professor na Universidade de Luanda.
*Filme gentilmente cedido pela Casa das Áfricas – São Paulo

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]

Traces, empreintes de femmes (Documentário)
As pinturas murais das mulheres kassenas de Burkina Faso, perto da fronteira de Gana, são famosas pela beleza do traçado e pala harmonia de cor. Interessada no assunto, Katy Lena Ndiaye escolhe comparar a tradição e modernidade, através do retrato de três anciãs e de “sua neta”, que elas iniciam nas técnicas ancestrais. Ela realiza um filme com maestria estética, verdadeiro retrato de uma comunidade artística, por onde se discute a transmissão de ensinamentos. A educação e a memória numa África em mutação.

2003 - 52mm
de Katy Léna Ndiaye / Senegal
Katy Léna Ndiaye naseu no Senegal em 1968. Mudou-se para a França muito cedo. Depois dos quinze anos, ela trabalhou na Bélgica, em Bruxelas, onde foi jornalista.
Traces, empreintes de femmes é seu primeiro filme.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]

House of Love (Documentário)
Imprensado entre o mar e o deserto, sob um sol a pino, o porto de Welvis Bay, na Namíbia, é uma prisão a céu aberto para a pequena comunidade de mulheres obrigadas a prostituírem-se. Isoladas, dependentes, à espera de marinheiros de passagem, seu único horizonte é a Aids. Com pudor, Cécil Moller colhe o depoimento dessas mulheres, suas histórias pessoais, sua luta diária e sua esperança de redenção, apoiadas por movimentos religiosos que pregam sua reabilitação.

2001 - 26mm
de Cecil Moller / Namibie
Cecil Moller nasceu na Namibia, em 1967. Estudou Artes nos EUA e depois ocupou o posto de engenheiro de som, chefe operador de montagem em diversas produções. Depois, realizou na Namibia diversos filmes, dentre eles:
No plot, 1992.
Village Square
, 1995, ficção.
The Naming, 1997, ficção.
Khomasdal Stories, 1999, ficção.
A Bosnton Night, 2000, ficção.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]

Contes cruels de la guerre (Documentário)
Através da narração de uma volta ao Congo-Brazzaville, seu país natal, Ibea Atondi lança um olhar singular sobre as guerras da África contemporânea. Fascinada com a loucura assassina de Mignon, um miliciano destruído pelo álcool e pela droga, a narradora tenta descobrir os mecanismos que o levaram, ele e seus companheiros, a perder toda a dignidade humana. Para evocar o horror da guerra, não há imagem de violência, mas um trabalho metafórico apoiado pelos depoimentos de vítimas e carrascos.

2002 - 51mm
de Ibéa Atondi e Karim Miské / Congo-Brazaville
Ibéa Atondi nasceu em Brazzaville, Congo. Estudou Filosofia na Sorbonne e depois Antropologia na EHESSS, em Paris. Dedica-se à pesquisas sobre violência social na África contemporânea. Laureada pela Bourse Louis Lumiére do Ministério dos Affaires estrangeiros em 2001. Contes crues de la guerre é sua primeira realização cinematográfica.
Karim Miské é de origem mauritanea. Nasceu em 1964, em Abidjan. Depois dos estudos de Jornalismo em Dakar, começou a realizar documentários na França, especialmente sobre a sociedade africana, dentre eles:
Economie de la débrouille à Nouakchott, 1999, documentário.
URSS-Afrique Voyage d’amour, 1991, documentário.
Derrière lê voile de la séduction em Mauritanie, 1993, documentário.
La Dévalisation, 1995, documentário.
Lajji Bisinessman african, 1997, documentário.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]

Xalima la plume (Documentário)
Precursor da música folk senegalesa, Seydina Insa Wade ficou famoso nos anos 70. Nos anos 80, mudou-se para a França, onde passou a apresentar-se em clubes de jazz e, aos poucos, foi sendo esquecido por seus contemporâneos. Ao sentir que a juventude senegalesa o conhece mal, decide voltar a Dacar para gravar seus últimos trabalhos. Ousmane William Mbaye acompanhou durante dois anos essa volta ao lar. A amizade que surgiu entre os dois mostra um retrato sensível e pessoal do músico: através de suas confidências e canções, descobre-se um personagem multifacetado, e sempre em movimento.

2003 - 51mm
de Ousmane William Mbaye / Senegal
Ousmane William Mbaye nasceu em Paris, em 1952. Formou-se no Conservatoire Libre du Cinema Française e estudou na Universidade de Paris VIII Vincennes. Iniciou como cineasta e depois de ter realizado o filmes no senegal. De 1970 a 1997, coordenou os Rencontres Cinématographiques de Dakar (RECIDAK).
Realizou também:
L’Enfant de Ngatch, 1997, ficção.
Pain séc Dunde yakaar, 1983, ficção.
Dakar Clando, 1988, ficção.
Dial-Diali Femmes, 1991, documentário.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]


Mãos de Barro (Documentário)

A ceramista Reinata Sadimba nasceu em 1945. Dos 20 aos 30 anos participou da guerra pela independência, ao lado do marido. Artista de renome, já expôs as suas obras em vários países. Este filme é sobre ela. Nele, vamos acompanhá-la numa viagem à sua terra natal, o Planalto de Mueda, terra dos célebres escultores de ébano: os Makondes.

2003 - 50mm
de Licínio Azevedo / Moçambique
Licínio Azevedo é cineasta e escritor natural do Rio Grande do Sul. Radicado em Moçambique, dirigiu o primeiro longa-metragem de ficção produzido naquele país, cujo roteiro baseou-se em livro de sua autoria sobre a guerra de independência. Trabalhando no Instituto Nacional de Cinema, acompanhou o trabalho dos cineastas Ruy Guerra e Jean-Luc Godard. Durante cinco anos, comandou o programa semanal de televisão Canal Zero, do Instituto de Comunicação Social de Moçambique. É co-fundador da Ebano Multimedia, empresa moçambicana de produção de cinema.
*Filme gentilmente cedido pela Casa das Áfricas – São Paulo

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]

Tasuma
Sogo Sanon, codinome Tasuma, é um antigo atirador que lutou com o exército francês na Indochina e na Argélia. Tasuma espera ganhar sua pensão de aposentadoria. Depois de vários anos de espera, vai a Bobo para receber e encontra seu amigo Khalil, famoso comerciante libanês. Compra dele um moinho a crédito, certo de receber a pensão, querendo ajudar as mulheres da aldeia. Quando volta é recebido como herói. Mas a pensão não chega apesar dos esforços de Tasuma.



2003 - 90mm
de Kollo Daniel Sanou / Burkina Faso
Kollo Daniel Sanou nasceu em Boro Dougou, em 1949. Formou-se no Institut National des Arts, em Abidjan, e no Conservatoire Libre du Cinéma Français, em Paris. Assina documentários e episódios de filmes populares como Taxi Brousse.
Realizou também:
Beogo Naba Chef de demain, 1978, ficção.
Lês dodos, 1980, documentário.
Paweogo l’émigrant, 1982, ficção.
L’Artisant et son pays, 1984, documentário.
Sarraounia, 1987, documentário.
Jigi l’espoir, 1992, ficção.
L’État dês faits: l’excision, 1994, documentário.
*Filme gentilmente cedido pela Aliança Francesa – Rio de Janeiro

[TOPO] [PROGRAMAÇÃO]

*** Imagens e sinopses do catálogo L'Afrique se filme - Ministère des Affaires étrangères - Février 2005